A alimentação é muito importante, pois somos aquilo que comemos. Já lá vai o tempo em que comíamos apenas por prazer. Agora temos que tentar juntar o útil ao agradável e tentar ingerir todos os nutrientes que precisamos.
No inverno há que prevenir constipações e gripes e, para isso, contamos com a vitamina C como forte aliada. Laranjas, kiwis, bróculos, papaia, tomate e pimento, são alguns dos muitos frutos e vegetais que nos fornecem esta magnífica vitamina tão importante para ingerir nesta altura do ano.
Aqui vão estas laranjinhas acabadas de colher, para vos ajudar a fortalecer o vosso organismo.
É verdade, Ano Novo, móveis renovados. Não deite fora os móveis, renove-os! É um programa muito criativo e interessante para se fazer nos tempos livres e entreter toda a família. Com um bocadinho de tempo e de imaginação, consegue dar-se uma segunda vida a um móvel. O meu móvel era de pinho e já estávamos cansados dele. O Rui e eu deitámos mãos à obra e decidimos renová-lo:
1- Retirámos o verniz do móvel com uma lixa e limpámos o pó. 2- Aplicámos a tinta no sentido dos veios da madeira (há quem comece por aplicar um primário). Podemos pintar uma ou duas vezes, consoante se goste do móvel com aspeto melhor ou pior pintado. 3- Quando a tinta estava seca, com uma lixa muito fina, o Rui criou pequenas imperfeições no móvel, nomeadamente nas arestas. Há quem utilize uma esponja humedecida para o efeito e a aplique antes do móvel secar. 4- Deixámos secar a tinta. 5- O Rui desenhou e pintou l’amour com uma tinta bourdeaux, colocou uns apliques e um pequeno cadeado. 6- Com a tinta seca, aplicámos o verniz protetor e deixámos secar.
Espero que gostem do resultado. Se quiserem, podem enviar-me fotos dos vossos móveis restaurados, gostava imenso de ver! 🙂
Sugestão de tintas e verniz: Meubles de Provence da marca Les Décoratives (passo a publicidade).
Aproveitemos o começo do novo ano para estar mais em sintonia com a natureza e aproveitar a enorme riqueza que esta tem para nos oferecer. Vamos dar mais atenção à nossa alimentação, aprender a saborear a comida mais ao natural e ingerir mais frutos e legumes, que são uma fonte maravilhosa de vitaminas e minerais, tão importantes para nos mantermos fortes e saudáveis. Uma alimentação saudável previne e ajuda a curar doenças.
Piaf faria 100 anos. Paris não ficou indiferente e celebrou a vida desta pequena, grande mulher, que mudou o mundo com a sua voz pura, cristalina e profunda. A pobreza em que nasceu, viveu e o facto de ter começado a cantar nas ruas, fez dela uma intérprete única. Cantava com o coração, tinha a amargura espelhada na voz, expressando-se de uma forma que só conhece quem já sentiu a dor profunda da alma. Fui convidada para estar presente nas cerimónias de celebração que se realizaram dia 19, mas, infelizmente, não pude comparecer. Os meus queridos amigos Isolde e Uli Schmidt (fotógrafo) da Associação Edith Piaf, em Paris, ofereceram-me, pelo Natal, um dos presentes com mais significado: as fotos das celebrações que agora partilho convosco.
Igreja St. Jean Baptiste de Belleville onde Piaf foi batizada.
Missa
Documento do batismo de Piaf
Estiveram presentes entre muitos, Bernard Marchois (diretor do Museu Edith Piaf e secretário geral da fundação “Les amis d’Edith Piaf”). Em destaque, da esquerda para a direita, Catherine Lamboukas, Christie Lamboukas (as irmãs do Theo Sarapo, segundo marido de Edith Piaf), Doris Contet (esposa de Henri Contet que escreveu muitos letras para Edith, p.ex. “Bravo pour le Clown”) e Germaine Ricord (cantora amiga de Edith).
Da esquerda para a direita: Bernard Miller (cantor francês), Anne Peko (cantora francesa), Chantal Câlin (cantora belga), Jacqueline Boyer (cantora francesa) e Cassita (cantora francesa que faz parte da equipa no cabaret “Au Lapin Agile”)
Na capela de batismo junto a St. Thérèse a Santa da devoção de Piaf e que lhe devolveu a visão.
Theo Sarapo, último amor de Piaf, faria 80 anos em Janeiro de 2016. A missa realizou-se também por ele.
Marcel Cerdan junior (filho de Marcel Cerdan, o grande amor de Edith que morreu num acidente de aviação)
A Warner Music fez um novo CD e disco com 40 canções, para assinalar o centenário de nascimento de Piaf. Na foto, a capa do CD e as flores oferecidas pela editora.
Jacqueline Boyer cantou “L’hymne à l’amour” (Jacqueline é a filha de Lucienne Boyer e Jacques Pills; J. Pills foi o primeiro marido de Piaf que antes fora casado com Lucienne Boyer)
Escravas, foi um dos livros que mais me tocou, chocou e revoltou. É um caso verídico e trata da vida de duas raparigas de 14 e 15 anos que foram vendidas pelo próprio pai por Mil e trezentas libras.
As irmãs viviam em Inglaterra e partiram para o Iémen, país de origem do pai, para aquilo que julgavam ser uma viagem de sonho. Não há palavras para expressar o sofrimento que as esperava. Separadas e casadas à força, viveram um verdadeiro calvário em condições sub-humanas. Uma conseguiu fugir, mas teve de abdicar dos filhos. A outra ficou por amor aos filhos. Segue-se a luta da mãe e da irmã para libertar Nádia da sua escravidão. É chocante, emocionante e revoltante. Gritos de dor silenciados por regimes fundamentalistas, onde a mulher não tem direitos e não conhece a felicidade. Este livro é um documento, um grito de sensibilização e um pedido de auxílio para libertar Nádia. É uma compilação de 3 de outros livros anteriormente publicados: Vendidas, Sem Piedade e Uma Promessa a Nádia. Recomendo vivamente, não se consegue parar de ler! Autores: Zana Muhsen e Miriam Ali
Não assista à violência! Não consinta que mais vidas sejam roubadas! Denuncie! Tenha coragem e ajude a mudar a sua vida e a vida de quem vive com medo!
Era uma vez uma menina, filha de um amor conturbado. Nasceu onde não morava a paz e cresceu no meio da violência física e verbal, perpetrada pelo seu progenitor. Cresceu sem entender por que razão a única forma de expressão daquele pai era a violência, e por que motivo em tudo semeava desarmonia. Não conheceu infância, não conheceu adolescência, pois os sonhos e encantos foram-lhe roubados por alguém, que também crescera em semelhante cenário.
A menina só tinha um desejo: crescer. Crescer até se tornar grande, maior que a dor, maior que o sofrimento, maior que o medo. Tão grande que pudesse ser dona da sua vida e mandar embora, para o resto dos seus dias, essa dor e medo constantes, que lhe faziam saltar o coração do peito, quando escondia o seu frágil corpo num canto, onde os olhos da violência não a pudessem encontrar!
Um dia a menina cresceu. Ficou senhora de si. Subiu ao cimo da montanha mais alta da vida e jurou. Jurou a si própria, aos quatro ventos e ao mundo, que jamais consentiria voltar a ser vítima de violência física ou verbal. Jurou que todos aqueles que consigo se cruzassem e vivessem, teriam que trazer amor e paz no coração, para que pudessem entrar e morar nas muralhas da sua alma. Foto: José Dantas – excelente trabalho!
Alimentação medicamento: Salmão e Bróculos.
Embora a alimentação possa ser uma fonte de prazer, devemos também encará-la como um medicamento. Como com alguma frequência, salmão e brócolos – dois alimentos de excelência.
O salmão é muito rico em Ómega 3, e segundo os especialistas, o Ómega 3 é bastante benéfico para o coração, diminui o colesterol, regula a pressão arterial, é bom para o cérebro, combate a depressão e é um poderoso anti-inflamatório.
Os bróculos, são muito ricos em vitamina C e A, e, segundo os especialistas, podem ajudar a prevenir o cancro e possuem nutrientes capazes de combater algumas espécies de cancro, na sua fase inicial.
Tudo boas razões para os passarmos a incluir na nossa alimentação. Acompanhei o prato também com nabos, batata doce e cenoura. Somos aquilo que comemos e a comida pode ajudar-nos a ser mais fortes e mais saudáveis. Bom apetite!
Hoje é o Dia Internacional da Tolerância- Todos diferentes, todos iguais!
Apesar dos ataques e da tentativa de implantação do medo por culturas que não respeitam a diferença, as sociedades modernas, em cumprimento dos princípios consagrados na Declaração Universal Dos Direitos Humanos, continuam a pautar as suas condutas pela tolerância, pela aceitação da diferença e pela promoção do diálogo e cooperação entre pessoas de diferentes culturas, religiões ou opções políticas.
É sempre bom evocar estes valores, consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos:
Todas as pessoas têm direito à liberdade de pensamento, consciência e religião.
Todos têm direito à liberdade de opinião e expressão.
A educação deve promover a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações, grupos raciais e religiosos.
Todos diferentes, todos iguais. Com a aceitação da diferença somos todos mais ricos!
Liberté, égalité, fraternité
Liberdade, igualdade, fraternidade. Não há medo que derrube valores e conquistas como a democracia, a tolerância e a liberdade.
Hoje choramos todos pela França, pelos mortos, pelos feridos, pelas suas famílias, por toda a nação. Amanhã, as nossas lágrimas darão lugar a uma enorme força coletiva de fraternidade que defenderá estes valores supremos: democracia, liberdade e tolerância. Força França!
Reza a lenda que num dia de muito frio, um soldado de nome Martinho, viu um mendigo quase enregelado a pedir esmola. Martinho, rasgou, então a sua capa e deu metade ao mendigo. Inexplicavelmente o tempo aqueceu e o frio terminou.
A verdade é que por esta época, o tempo melhora e aparece o chamado verão de S. Martinho.
Dá que pensar, pois embora possamos não acreditar, na vida colhemos sempre aquilo que semeamos.
Cumpra-se a tradição e o provérbio: “No dia de S. Martinho, castanhas, pão e vinho “
Um feliz dia de São Martinho!